Episódio 01: As Margens do Oceano Cósmico
Episódio 02 - Uma voz na sinfonia cósmica
Episódio 03: A Harmonia Dos Mundos
Episódio 04: Céu e Inferno
Episódio 05: O Blues do Planeta Vermelho (*)
Episódio 06: A Saga dos Viajantes
Episódio 07: A Espinha Dorsal da Noite
Episódio 08: Viagens no Espaço e no Tempo
Episódio 09: As Vidas das Estrelas
Episódio 10: O Limiar Da Eternidade
Episódio 11: A Persistência da Memória
Episódio 12: Enciclopédia Galáctica
Episódio 13: Quem Pode Salvar A Terra?
(*) Dublado em PT - Infelizmente não consegui localizar esse episódio com o áudio original e legendas em PT.
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sábado, 24 de julho de 2010
Cosmos (Carl Sagan) - Dublado em Português
Episódio 01: As Margens do Oceano Cósmico
Episódio 02 - Uma voz na sinfonia cósmica
Episódio 03: A Harmonia Dos Mundos
Episódio 04: Céu e Inferno
Episódio 05: O Blues do Planeta Vermelho
Episódio 06: A Saga dos Viajantes
Episódio 07: A Espinha Dorsal da Noite
Episódio 08: Viagens no Espaço e no Tempo
Episódio 09: As Vidas das Estrelas
Episódio 10: O Limiar Da Eternidade
Episódio 11: A Persistência da Memória
Episódio 12: Enciclopédia Galáctica
Episódio 13: Quem Pode Salvar A Terra?
Episódio 02 - Uma voz na sinfonia cósmica
Episódio 03: A Harmonia Dos Mundos
Episódio 04: Céu e Inferno
Episódio 05: O Blues do Planeta Vermelho
Episódio 06: A Saga dos Viajantes
Episódio 07: A Espinha Dorsal da Noite
Episódio 08: Viagens no Espaço e no Tempo
Episódio 09: As Vidas das Estrelas
Episódio 10: O Limiar Da Eternidade
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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
O Átomo (BBC) - Legendado em Português
Neste documentário produzido pela BBC, o Professor Jim Al-Khalili conta a história de uma das maiores descobertas científicas de todos os tempos: que o mundo material é feito de átomos.
1 - Batalha de Titãs
Relata as batalhas intelectuais, travadas entre os grandes cientistas, desde a descoberta do átomo até o desenvolvimento da mecânica quântica.
2 - A Chave para o Cosmos
Apresenta as descobertas revolucionárias, tais como a radioatividade, a Bomba Atômica e o Big Bang, e tenta responder à maior de todas as perguntas - por que estamos aqui, e como fomos criados?
3 - A Ilusão da Realidade
Al-Khalili descobre que podem existir universos paralelos, onde diferentes versões de nós existem, e conclui que o espaço vazio não é tão vazio...
Referências:
1 - Batalha de Titãs
Relata as batalhas intelectuais, travadas entre os grandes cientistas, desde a descoberta do átomo até o desenvolvimento da mecânica quântica.
2 - A Chave para o Cosmos
Apresenta as descobertas revolucionárias, tais como a radioatividade, a Bomba Atômica e o Big Bang, e tenta responder à maior de todas as perguntas - por que estamos aqui, e como fomos criados?
3 - A Ilusão da Realidade
Al-Khalili descobre que podem existir universos paralelos, onde diferentes versões de nós existem, e conclui que o espaço vazio não é tão vazio...
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terça-feira, 15 de setembro de 2009
Estudantes do MIT tiram fotos do espaço, gastando apenas U$150
Oliver Yeh, Justin Lee e Eric Newton, estudantes do MIT, construíram um aparato de baixo custo para fotografar a Terra, a mais de 28.000 metros de altura. Em vez de foguetes e sofisticados sistemas de controle, eles encheram um balão meteorológico com hélio e penduraram nele uma câmera digital.
Claro que a coisa não é assim tão simples...
A essa altitude, a temperatura pode atingir -55ºC, o que causaria problemas ao funcionamento das baterias e partes eletrônicas da câmera. Para contornar esse problema, os estudantes colocaram tudo dentro de uma caixa de isopor, e adicionaram algumas bolsas térmicas para manter tudo aquecido lá dentro.
(fonte: Icarus Project)
Outro detalhe importante é: quem vai apertar o botão para tirar as fotos??? - Para isso, os estudantes reprogramaram o firmware da câmera, fazendo-a tirar uma foto a cada 5 segundos. Um cartão de 8GB foi suficiente para registrar todas as fotos da missão. A Canon A470 foi escolhida exatamente por seu baixo custo, e também por permitir facilmente sua reprogramação, através do CHDK (Canon Hacker’s Development Kit).
Mais um problema: o balão não possui qualquer controle de vôo, e será carregado livremente pelos ventos. Como localizá-lo quando ele retornar ao chão? Os estudantes resolveram esse problema adicionando um celular Motorola i290, equipado com GPS, e uma antena externa, para conseguir ter alcance para a rede celular. Para rastrear o sinal do GPS, utilizaram o software Accutracking.
Custo total da missão, incluindo a fita adesiva: U$148,00.
O que há de extraordinário nesse feito é exatamente que ele não tem nada de extraordinário, exceto a criatividade dos estudantes. Esse experimento poderia ter sido feito por qualquer pessoa, em qualquer lugar. Todos os componentes utilizados podem ser comprados em lojas comuns, e nenhum conhecimento muito específico foi necessário - apenas curiosidade, e vontade.
Todos os detalhes deste projeto - denominado Ícaro - estão disponíveis neste site.
Referências:
Claro que a coisa não é assim tão simples...
A essa altitude, a temperatura pode atingir -55ºC, o que causaria problemas ao funcionamento das baterias e partes eletrônicas da câmera. Para contornar esse problema, os estudantes colocaram tudo dentro de uma caixa de isopor, e adicionaram algumas bolsas térmicas para manter tudo aquecido lá dentro.
(fonte: Icarus Project)Outro detalhe importante é: quem vai apertar o botão para tirar as fotos??? - Para isso, os estudantes reprogramaram o firmware da câmera, fazendo-a tirar uma foto a cada 5 segundos. Um cartão de 8GB foi suficiente para registrar todas as fotos da missão. A Canon A470 foi escolhida exatamente por seu baixo custo, e também por permitir facilmente sua reprogramação, através do CHDK (Canon Hacker’s Development Kit).
Mais um problema: o balão não possui qualquer controle de vôo, e será carregado livremente pelos ventos. Como localizá-lo quando ele retornar ao chão? Os estudantes resolveram esse problema adicionando um celular Motorola i290, equipado com GPS, e uma antena externa, para conseguir ter alcance para a rede celular. Para rastrear o sinal do GPS, utilizaram o software Accutracking.
Custo total da missão, incluindo a fita adesiva: U$148,00.
O que há de extraordinário nesse feito é exatamente que ele não tem nada de extraordinário, exceto a criatividade dos estudantes. Esse experimento poderia ter sido feito por qualquer pessoa, em qualquer lugar. Todos os componentes utilizados podem ser comprados em lojas comuns, e nenhum conhecimento muito específico foi necessário - apenas curiosidade, e vontade.
Todos os detalhes deste projeto - denominado Ícaro - estão disponíveis neste site.
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segunda-feira, 13 de julho de 2009
NASA leva Internet ao espaço
Vint Cerf, um dos criadores da internet e vice-presidente do Google, está desenvolvendo, junto com com um time de pesquisadores do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da NASA, protocolos para criação de uma rede de comunicação interplanetária.
Desafios
A comunicação no espaço envolve dois grandes desafios: grandes atrasos de propagação, devido às grandes distâncias, e grandes períodos de indisponibilidade dos nós, devido aos movimentos orbitais, e possível interposição (sombreamento) de outros corpos celestes no caminho.
Desde as primeiras missões, ainda na década de 1960, a NASA tem usado uma rede própria, chamada DSN (Deep Space Network), para manter contato com naves e sondas em missões de longa distância, mas essa rede suporta apenas a comunicação direta, ponto a ponto, e não lida automaticamente com a interrupção da comunicação, exigindo um agendamento prévio dos horários de comunicação, baseado no cálculo do posicionamento da sonda, da Terra, e dos demais corpos celestes no caminho.
Um novo protocolo, chamado DTN (Delay and Disruption Tolerant Network) está sendo desenvolvido para dar à comunicação interplanetária a mesma flexibilidade e confiabilidade que temos com o uso do TCP/IP, na internet aqui na Terra: em cada nó de roteamento, os pacotes de dados são armazenados, e encaminhados para o próximo nó assim que a comunicação estiver disponível.
Outro problema na comunicação espacial é a falta de padronização. Cada sonda ou espaçonave, lançada por países diferentes, em épocas diferentes, usa um protocolo próprio de comunicação. Segundo Vint Cerf,
Em maio, os pesquisadores acoplaram um módulo DTN à Estação Espacial Internacional, que será o primeiro nó permanente da Internet Interplanetária. Outras sondas antigas, como a Deep Impact, estão sendo reprogramadas para também funcionar como nós DTN.
Para Kevin Gifford, pesquisador da Universidade do Colorado, que participa do projeto,
A tecnologia DTN pode também ser aplicada na Terra, para melhorar o acesso à internet em aviões, países em desenvolvimento ou para rastreamento de animais selvagens, mas os pesquisadores não pensam em comercializá-la.
"O projeto iniciou há 10 anos como uma tentativa de imaginar que tipo de padrões de rede seriam úteis para suportar comunicação interplanetária. (...) O projeto da Internet Interplanetária tem como principal objetivo desenvolver um conjunto de padrões e especificações técnicas para dar suporte a recursos avançados de rede em ambientes espaciais."
Desafios
A comunicação no espaço envolve dois grandes desafios: grandes atrasos de propagação, devido às grandes distâncias, e grandes períodos de indisponibilidade dos nós, devido aos movimentos orbitais, e possível interposição (sombreamento) de outros corpos celestes no caminho.
Desde as primeiras missões, ainda na década de 1960, a NASA tem usado uma rede própria, chamada DSN (Deep Space Network), para manter contato com naves e sondas em missões de longa distância, mas essa rede suporta apenas a comunicação direta, ponto a ponto, e não lida automaticamente com a interrupção da comunicação, exigindo um agendamento prévio dos horários de comunicação, baseado no cálculo do posicionamento da sonda, da Terra, e dos demais corpos celestes no caminho.
Um novo protocolo, chamado DTN (Delay and Disruption Tolerant Network) está sendo desenvolvido para dar à comunicação interplanetária a mesma flexibilidade e confiabilidade que temos com o uso do TCP/IP, na internet aqui na Terra: em cada nó de roteamento, os pacotes de dados são armazenados, e encaminhados para o próximo nó assim que a comunicação estiver disponível.
Outro problema na comunicação espacial é a falta de padronização. Cada sonda ou espaçonave, lançada por países diferentes, em épocas diferentes, usa um protocolo próprio de comunicação. Segundo Vint Cerf,
"A parte importante é que teremos protocolos padronizados que irão permitir a interconexão de várias espaçonaves lançadas por diversos países. Com o tempo, com novas missões sendo lançadas, começa-se a construir um backbone. A cada nova missão, basicamente acrescenta-se um novo nó à rede."O Primeiro Nó
Em maio, os pesquisadores acoplaram um módulo DTN à Estação Espacial Internacional, que será o primeiro nó permanente da Internet Interplanetária. Outras sondas antigas, como a Deep Impact, estão sendo reprogramadas para também funcionar como nós DTN.
Para Kevin Gifford, pesquisador da Universidade do Colorado, que participa do projeto,
"Os conceitos fundamentais da DTN, de armazenar e retransmitir, certamente já estão funcionando, [mas] a DTN está ainda na sua infância; levarão ainda três a cinco anos antes que esteja madura."Padrão Aberto
A tecnologia DTN pode também ser aplicada na Terra, para melhorar o acesso à internet em aviões, países em desenvolvimento ou para rastreamento de animais selvagens, mas os pesquisadores não pensam em comercializá-la.
"Estamos desenvolvendo isso como um padrão aberto, como o TCP/IP. Certamente há aplicações comerciais, mas nós estamos desenvolvendo para aplicá-la no espaço."Referências:
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segunda-feira, 6 de julho de 2009
Audaciosamente indo onde nenhum homem jamais esteve
Uma boa notícia para os entusiastas da exploração espacial: o primeiro protótipo de um propulsor de plasma de alta potência, foi testado com sucesso pela Ad Astra, empresa americana fabricante de foguetes.
Até hoje, todos os sistemas de propulsão podem ser divididos em suas categorias:
Os propulsores iônicos, utilizados em algumas sondas interplanetárias, estão na segunda categoria: produzem empuxo equivalente ao peso de uma folha de papel mas, em compensação, são extremamente eficientes no uso de energia. Com isso, podem funcionar continuamente durante meses, acelerando continuamente a nave espacial. Esse tipo de propulsor jamais tiraria uma nave do chão, mas é o mais indicado para viagens de longa distância, em espaço aberto.
O propulsor de plasma do tipo VASIMR® é capaz de aliar, pela primeira vez, alto empuxo, comparável aos foguetes de combustão, com alta eficiência, comparável aos propulsores iônicos.
Ainda não é um motor de "dobra espacial", usado na série de ficção Star Trek, mas já é um bom começo!
Referências:
O VX-200 é o primeiro protótipo em condições de vôo, baseado no sistema VASIMR®, um novo tipo de propulsor de plasma de alta potência, inicialmente estudado pela NASA, e que vinha sendo desenvolvido em segredo pela Ad Astra. Propulsores com essa tecnologia podem permitir operações espaciais com eficiência muito maior que os atuais propulsores químicos (foguetes), e podem acelerar viagens tripuladas ou não, para Marte, e além.A novidade está no uso de um magneto supercondutor que, em comparação com o magneto anteriormente usado, gera um campo magnético 10x mais intenso, proporcionando um aumento de 5x no fluxo de propelente e um aumento equivalente na taxa de produção de plasma. O desempenho alcançado nesse teste é consistente com as condições requeridas para um vôo espacial.
Até hoje, todos os sistemas de propulsão podem ser divididos em suas categorias:
- Alto empuxo, com pouca eficiência
- Baixo empuxo, com alta eficiência
Os propulsores iônicos, utilizados em algumas sondas interplanetárias, estão na segunda categoria: produzem empuxo equivalente ao peso de uma folha de papel mas, em compensação, são extremamente eficientes no uso de energia. Com isso, podem funcionar continuamente durante meses, acelerando continuamente a nave espacial. Esse tipo de propulsor jamais tiraria uma nave do chão, mas é o mais indicado para viagens de longa distância, em espaço aberto.
O propulsor de plasma do tipo VASIMR® é capaz de aliar, pela primeira vez, alto empuxo, comparável aos foguetes de combustão, com alta eficiência, comparável aos propulsores iônicos.
"Isso significa que nós poderemos construir espaçonaves onde uma viagem de nossa órbita à Lua duraria um dia, e uma viagem a Marte levaria poucos meses (ou menos!), comparado ao tempo atual de quase um ano. À medida que esses motores se aperfeiçoarem (ou que possamos colocar vários deles em cada espaçonave), poderemos ter viagens ainda mais rápidas."
Ainda não é um motor de "dobra espacial", usado na série de ficção Star Trek, mas já é um bom começo!
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