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terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Google Chrome (Beta) disponível para Linux!

Após longos meses de espera, finalmente os usuários Linux podem rodar o Chrome como aplicação nativa.


Até agora, o navegador desenvolvido pelo Google estava disponível apenas para os sistemas Windows. Os usuários Linux podiam rodar a versão Windows via Wine, mas essa não era uma boa alternativa - eu mesmo testei há menos de um mês, e o desempenho era ruim, fazendo a CPU trabalhar em 100% em qualquer página com JavaScript.

Esta primeira versão para Linux, apesar de ser Beta, parece estar bastante estável. Instalou sem problemas (via .deb, no Ubuntu 8.10, 32bits), reconheceu automaticamente todos os plugins configurados no Firefox, e executou páginas com JavaScript (Google Docs) com um desempenho fantástico.

Para baixar, clique aqui.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Como limpar o computador?

Olhando por fora, às vezes é difícil imaginar a quantidade de sujeira que pode estar dentro de seu computador, mas o fato é que, após meses de funcionamento, uma quantidade enorme de poeira pode se acumular nos ventiladores, e até nas placas de circuitos.

Essa poeira pode dificultar o funcionamento dos ventiladores, provocando aquecimento do sistema. Combinada com maresia ou humidade, pode até causar corrosão nos circuitos, e causar sérios prejuízos.

Se você não acredita, veja como estava o meu computador, após 3 anos de uso...


IMPORTANTE: Antes de retirar o cooler da placa, certifique-se de que você possui pasta térmica para reaplicar. Se não tiver, então não retire. A montagem do cooler sobre a CPU sem o uso da pasta térmica, ou reaproveitando a pasta antiga, pode provocar o superaquecimento da CPU.

Placa-mãe: Retire o cooler da CPU e, de preferência, retire a placa do gabinete. Com um pincel seco, tire todo o excesso de poeira. Em seguida, passe uma escova de dentes, levemente umedecida com água (apenas água), por toda a placa. Sem aplicar força, escove principalmente as soldas dos componentes SMD (as perninhas dos chips), mas não escove os contatos dos slots (memória, PCI, AGP...). Repita o processo algumas vezes, para garantir que removeu toda a salinidade, mas cuidado com o excesso de água! - a escova tem que estar apenas levemente umedecida! - deixe a placa secar à sombra, em local ventilado. Não retire a CPU de seu soquete! - os pinos do soquete são extremamente delicados - só retire a CPU se realmente tiver necessidade.

NÃO USE ÁLCOOL ISOPROPÍLICO!

Esse produto é muito usado por "técnicos" em informática, mas muitos ignoram que ele é tóxico se inalado ou absorvido pela pele, podendo provocar desde ressecamento da pele e irritação nos olhos e vias respiratórias, até vertigem, dores de cabeça, vômito e diarréia. No caso de exposição repetida ou prolongada, pode levar a anemia, leucocitose, edema e degeneração gordurosa das vísceras. Seu uso deve ser evitado, e só deve usado com luvas, máscara e óculos apropriados.

Fonte: Wikipedia
Cooler da CPU: desmonte o cooler, separando o ventilador do dissipador. Com um pincel seco, tire todo o excesso de poeira. Você pode dar um banho com água corrente no dissipador, mas use apenas uma escova levemente umedecida para limpar o ventilador. Lubrifique motor do ventilador com grafite em pó. Não use óleo, nem spray lubrificante! - isso só vai ajudar a grudar ainda mais poeira, e emperrar de vez o motor.


Antes de recolocar o cooler, remova a pasta térmica antiga com uma toalha de papel seca, tanto no dissipador quanto na CPU, e coloque pasta térmica nova. Aplique apenas uma pequena quantidade, no centro, e espalhe com uma espátula plástica (a ponta de uma régua, por exemplo), deixando uma camada fina e uniforme. Não aplique pasta em excesso! - a pressão do cooler contra a CPU vai fazer o excesso de pasta escorrer para as laterais. Se cair pasta nos contatos do soquete, você estará em sérios apuros.

Teclado e mouse: Não tem mistério. Escova de dentes levemente umedecida, com uma gota de detergente neutro. Cuidado para não formar muita espuma, a ponto de escorrer para dentro do dispositivo. Para retirar o sabão, passe uma toalha de papel umedecida, e depois uma seca.

Monitor: Toalha de papel umedecida, com poucas gotas de detergente neutro. Passe por toda a tela, e enxugue logo em seguida com uma toalha de papel seca. Se alguma mancha ainda persistir, repita o procedimento, esfregando um pouco mais a região. Não aplique força! - a superfície de um LCD é muito frágil, podendo arranhar com muita facilidade, ou até quebrar, com uma pressão maior. De preferência, use as costas dos dedos para pressionar a toalha de papel contra a tela. Não use pano - ele vai soltar fiapos!

Pronto! - seu computador está limpo como novo. Apenas para reforçar: use apenas água e detergente neutro. Qualquer outro produto pode causar danos ao seu computador ou à sua saúde.


Leia também: 3 anos de poeira...

3 anos de poeira...

Após quase 3 anos de uso, finalmente tirei um fim de semana para fazer uma limpeza geral em meu desktop... a quantidade de poeira acumulada é impressionante!

(clique nas imagens, para ampliar)

Para começar, veja a corrosão do gabinete. O lugar mais afetado é onde o exaustor sopra o ar quente de dentro do micro para fora... a poeira e a maresia, acumuladas na grade, corroem o metal. Dá para ver que a corrosão está presente, ainda que em menor intensidade, em todo o gabinente. À dreita da foto, na fonte de alimentação, percebe-se que há outra concentração de corrosão, causado pelo ar que é soprado pelo cooler da CPU.


Esse é o exaustor do gabinete...


E esse é o cooler da CPU...


O cooler da CPU sopra o ar de cima para baixo, em direção à placa-mãe! Isso significa que toda essa poeira e maresia, que corroeram o gabinete, vão se espalhar por sua preciosa placa.

A placa de circuitos, em si, é protegida por uma camada de verniz, mas os contatos dos conectores, terminais dos componentes e pontos de solda estão totalmente expostos. Veja abaixo quanta poeira se acumula sobre os componentes.


Apesar de toda essa sujeira, não pude perceper nenhum ponto de corrosão nas placas de circuito. Acredito que esse "milagre" se deva ao meu hábito de deixá-lo ligado continuamente, 24 horas por dia, mantendo-o sempre aquecido. Isso evitou a condensação de umidade, que reagiria com a poeira e a maresia para formar o processo de corrosão.

Esqueça os problemas causados por falhas de energia, ou por aquecimento - a corrosão provocada pelo acúmulo de poeira e maresia é a principal causa de defeitos em computadores.

E agora? o que fazer?

O primeiro passo é limpar toda essa sujeira.

O segundo passo é evitar que toda essa poeira entre em seu computador novamente.

Em um desktop anterior, após perder 2 placas-mãe por maresia, eu tomei uma medida radical: enrolei toda a placa-mãe nova com um filme PVC (aquele usado para enrolar comida). Cortei apenas uma pequena janela, para fazer o contato térmico do dissipador da CPU, e outra para permitir a ventilação do dissipador do chipset. Só isso. Todo o restante da placa - inclusive o pente de memória, ficou hermeticamente fechado pelo filme de PVC. Teoricamente, isso causaria superaquecimento dos circuitos, o derretimento das calotas polares, e a extinção da vida na Terra... mas essa placa funcionou assim por anos. Bom... isso foi num K6-II, e o calor gerado pelos componentes naquela época era bem menor que nos sistemas atuais (será???).

Dessa vez, preferi não arriscar tanto. Pensei apenas em filtrar o ar que entra no gabinete. Assim, revesti o ventilador do gabinete com uma meia de seda, conforme a foto abaixo.


Fiz o mesmo no ventilador da fonte de alimentação. Detalhe: normalmente esses ventiladores são montados como exaustores, ou seja, eles sopram o ar quente de dentro para fora. Eu inverti essa montagem, para que os ventiladores soprem o ar frio (e agora filtrado) de fora para dentro. Isso pode elevar um pouco a temperatura interna, porque agora o calor da fonte será soprado para dentro do gabinete, mas eu estou mais preocupado com a maresia que com a temperatura.

Será que isso funciona???

Daqui a um ano, mostrarei os resultados.

Leia também: Como limpar o computador?

sábado, 19 de setembro de 2009

Liberdade para os seus Dados!

A tão-falada computação em núvem é uma proposta bacana: com ela, você pode acessar seus aplicativos e dados de qualquer lugar, sem a necessidade de tê-los instalados no dispositivo que você está usando no momento. Como benefício extra, você também não precisa mais se preocupar com atualização de softwares, nem com a sincronização das diversas cópias do mesmo arquivo, que você deixou espalhados no pendrive, no desktop de casa, no seu notebook, no computador do trabalho ou da faculdade.

Eu, por exemplo, uso exclusivamente o gmail via web, e há muitos anos que não uso um cliente de email. Para a edição de documentos, ainda não dá para dispensar completamente o BrOffice, mas para documentos mais simples, eu sempre prefiro usar o Google Docs. O mesmo para minha agenda, favoritos, fotos, etc: tá tudo na web. Até mesmo esse blog: ele é editado diretamente no navegador (alguém ainda usa o Front-Page?).

Poder acessar e manipular seus arquivos diretamente via web é muito prático, mas tem um grande problema: para que isso seja possível, você tem que confiar seus arquivos aos cuidados de um servidor (o Google, por exemplo). O que acontece quando, depois de anos depositando seus dados em um determinado serviço, você resolve migrar para outro?

Até agora, a resposta era: você não migra. A maioria desses serviços não dispõem de meios para exportar os dados lá depositados. Mesmo para os serviços que possuem alguma função de exportação, não há padronização (formato de arquivos) que tornem simples a importação em outro serviço.

Isso cria uma armadilha: É fácil se apaixonar por um serviço (muitas vezes, gratuito), e esquecer completamente sobre a importância de controlar seus próprios dados.

A "Frente para Libertação dos Dados" (Data Liberation Front) é uma iniciativa de um grupo de desenvolvedores do Google para tornar seus dados livres e acessíveis, de modo que você possa movê-los para qualquer outro serviço que deseje. O objetivo da equipe é viabilizar a exportação / importação de dados de / para qualquer serviço Google, sem nenhum custo adicional, da forma mais fácil possível.

O objetivo do grupo é desenvolver tecnologias e padrões amplamente aceitos, para compatibilizar a troca de dados entre todos os serviços, de preferência, com alguns clicks. Enquanto isso não acontece, o site traz instruções específicas, sobre como exportar / importar dados de cada serviço Google para os similares mais comuns.

Vale a pena guardar esse endereço: um dia, você pode precisar dele.

Referências:

Deixe o seu comentário!


sábado, 14 de fevereiro de 2009

Fabrique sua própria válvula eletrônica!

Esse vídeo mostra todo o processo (100% artesanal) de fabricação de uma válvula triodo. Simplesmente fascinante.


Fonte: Claude Paillard

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Instalação Moodle

Instalar pacotes essenciais:
  • Servidor Web (apache)
  • PHP
  • Servidor / Cliente SQL (mySQL)
  • Firewall
# apt-get install apache2 php5 php5-gd php5-mysql php5-curl mysql-client-5.0 mysql-server-5.0

configurar o apache:

editar o arquivo /etc/apache2/apache2.conf, e adicionar a linha

ServerName nome.do.seu.dominio

# apache2 -k restart

configurar mysql:

mais detalhes em http://www.guiadohardware.net/tutoriais/configurando-servidor-lamp/parte.html

# mysql_install_db
# mysqladmin -u root password 'senha_do_sql_root'

entrar no prompt mysql:

# mysql -u root -p

mysql> create database moodle;
mysql> grant all on moodle.* to moodle_sql_admin identified by 'senha_do_administrador';
mysql> quit

criar diretório moodledata

# mkdir /var/moodledata
# chown www-data /var/moodledata

copiar arquivos do moodle em www/aulas

# cd /var/www/aulas
# tar -zxvf moodle-latest-18.tgz

ok... agora basta acessar o site nome.do.seu.dominio/aulas, para iniciar o procedimento de instalação do moodle


quinta-feira, 19 de abril de 2007

Instalando o Ubuntu 7.04 (Feisty Fawn)

Vou descrever aqui todo o processo de instalação do Ubuntu 7.04 (Feisty Fawn).

Ambiente atual:

Estou usando como ambiente atual o Kubuntu 6.06 LTS (i686). Em outra partição, tenho o Ubuntu 6.06 LTS (amd64) mas não o uso, porque tive muitos problemas de compatibilidade com aplicações 32bits, principalmente plugins e codecs de multimídia. É exatamente nessa partição que instalarei o 7.04.

Baixando a imagem (.iso):

As imagens podem ser baixadas a partir do site oficial (http://releases.ubuntu.com/7.04/). Optei em baixar a imagem ubuntu-7.04-desktop-i386.iso via torrent, por causa do congestionamento geral dos servidores no dia do lançamento.

Após baixada a imagem, basta gravá-la em CD, reiniciar o computador por este CD, e instalar o novo sistema. O processo de instalação é auto-explicativo. Com o sistema instalado, vamos agora configurá-lo, instalando componentes adicionais indispensáveis.

Instalando o Automatix:

O Automatix é um aplicativo que auxilia a instalação de diversos componentes do Ubuntu. Ele é especialmente útil para instalar os codecs necessários à reprodução de diversos formatos de áudio e vídeo. Para instalar o Automatix, siga os passos definidos aqui.

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