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terça-feira, 31 de agosto de 2010

A Eletrizante História de Nikola Tesla

Documentário do programa Modern Marvels, da History Channel , sobre um dos maiores cientistas e inventores de todos os tempos, Nikola Tesla.

Link para baixar na íntegra, em .AVI-H264:
Tamanho do arquivo: 255.1 MB
http://www.megaupload.com/?d=1Z4SILHF

Em Torrents:
Coloque no Google: History Channel.Modern Marvels - Nikola Tesla - Mad.Electricity - Dublado - x264 ,( ou Dual Audio ), e vai achar vários resultados deste mesmo vídeo.


Assistam e divulguem.


quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Universo Elegante

O Sonho de Einstein



Cordas... a Resposta!




Bem-vindo a 11ª Dimensão

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

iG (des)Educa: Se não sabe responder, melhor ficar calado!

Muitos professores se preocupam com a quantidade de desinformação que se pode encontrar na internet - artigos mal escritos, muitas vezes contendo erros conceituais, que podem atrapalhar na formação dos alunos. Normalmente, eu não me preocupo com isso, e até acho positivo que os alunos encontrem esse tipo de material, pois é uma oportunidade para trabalhar o senso crítico a cada informação apreendida.

Entretanto, quando alguém que se define como "professor", escreve para um portal que se define como sendo de "Educação", nós sempre esperamos que as informações ali contidas sejam corretas e coerentes. Quando isso não acontece, aí sim, torna-se muito preocupante.

A seção "Desvendamos Mistérios" do portal iG Educa publicou uma resposta à pergunta: "POR QUE NÃO EXISTE UM FREEZER RÁPIDO COMO UM MICROONDAS?"

A pergunta é extremamente interessante, mas a resposta dada pelo "professor Carlos Eduardo, da equipe do serviço Professor Web" (segundo informado no portal) é assustadoramente equivocada - completamente sem pé nem cabeça.

O professor começa explicando o funcionamento do freezer, e depois invoca as Lei da Termodinâmica, num embromation digno daqueles alunos mais enrolões, para finalmente concluir:
Portanto, para uma máquina frigorífica ser “super eficiente” teria que funcionar sem a necessidade de receber trabalho, mas isso feri a segunda lei da termodinâmica, que diz que o calor não flui espontaneamente da fonte fria para fonte quente.
Com uma única tacada, o dito professor assassina, ao mesmo tempo, a Lógica, a Física e a Gramática.

A pergunta se refere ao tempo de congelamento, e isso nada tem a ver com o princípio de funcionamento do freezer (ele poderia usar ciclo de amônia, ou efeito Peltier... pouco importa!), e muito menos com sua eficiência (mesmo não sendo eficiente, ele pode ser eficaz), assim como a eficiência de uma máquina térmica nada tem a ver com a necessidade de o calor "fluir espontaneamente da fonte fria para fonte quente", violando as leis da Termodinâmica. Portanto, com todo o respeito, o argumento elaborado pelo dito professor confunde conceitos, não diz coisa com coisa, e é completamente desconexo e sem sentido.

O tempo de congelamento, nos freezers, assim como o tempo de aquecimento, nos fornos convencionais, dependem apenas da velocidade com que o calor pode ser trocado entre a massa do alimento e o elemento ativo do equipamento (a chama, no forno, ou o evaporador, no freezer).

Acontece que, tanto nos freezers quanto nos fornos convencionais, essa transferência de calor é feita predominantemente por convecção, através da massa de ar confinada dentro do equipamento - e o ar é um péssimo condutor de calor - por essa razão (além da condução térmica dentro do próprio volume do alimento) é que a transferência de calor é lenta, e o congelamento (ou o cozimento) é demorado.

Se você passar a serpentina do evaporador do freezer por dentro do volume do alimento, você terá, sim, um congelamento quase instantâneo - sem que nenhuma Lei da Termodinâmica precise ser violada. Como isso não seria prático no uso doméstico, existem soluções intermediárias: alguns freezers possuem um sistema de ventilação, para forçar a circulação do ar confinado, acelerando assim a transferência de calor e, consequentemente, o congelamento dos objetos ali colocados. Em equipamentos industriais, é comum usar bandejas imersas em salmoura (água com sal, para mantê-la em estado líquido), para melhorar ainda mais a condução do calor.

O forno de microondas consegue aquecer rapidamente porque não usa o fenômeno da condução térmica, para transferir calor de um corpo quente para um frio. Ao invés disso, as ondas eletromagnéticas emitidas pelo forno agitam diretamente as moléculas do alimento, fazendo com que elas próprias produzam calor.

Eu postei essa explicação (sem as críticas mais ácidas) nos comentários da matéria, mas - por algum motivo que eu não saberia explicar - não foi publicada. Por isso estou postando aqui, em meu blog.

O professor tem uma grande responsabilidade sobre o que diz e escreve, porque as pessoas esperam que suas palavras sejam corretas.

Amigo professor: se você não sabe a resposta, então é melhor ficar calado!
"O sábio fala porque tem algo a dizer;
o tolo, porque tem que dizer algo."
atribuído a Platão(*)

(*) Cuidado: muitos blogs, e também a Wikiquotes, atribuem essa frase ao filósofo Platão, mas não encontrei nenhuma referência confiável que confirme essa informação.

Referências:

Seu comentário é importante: participe!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O Átomo (BBC) - Legendado em Português

Neste documentário produzido pela BBC, o Professor Jim Al-Khalili conta a história de uma das maiores descobertas científicas de todos os tempos: que o mundo material é feito de átomos.



1 - Batalha de Titãs

Relata as batalhas intelectuais, travadas entre os grandes cientistas, desde a descoberta do átomo até o desenvolvimento da mecânica quântica.




2 - A Chave para o Cosmos
Apresenta as descobertas revolucionárias, tais como a radioatividade, a Bomba Atômica e o Big Bang, e tenta responder à maior de todas as perguntas - por que estamos aqui, e como fomos criados?




3 - A Ilusão da Realidade
Al-Khalili descobre que podem existir universos paralelos, onde diferentes versões de nós existem, e conclui que o espaço vazio não é tão vazio...



Referências:

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Caltech: O Universo Mecânico (Dublado em Português-BR)

O Caltech - California Institute of Technology - produziu a maravilhosa série "The Mechanical Universe... and Beyond", com 52 episódios, que foram exibidos na TV americana em 1985 / 86. Trata-se de uma viagem fascinante por todo o universo da Física, sua história, personagens e conceitos, desde a mecânica clássica até a quântica, direcionada ao público em geral, mas com profundidade suficiente para também prender a atenção dos mais curiosos.

Infelizmente, esse material não está completamente aberto para livre acesso. Apesar de ter sido produzida há mais de 20 anos, a série ainda está exposta à venda, em DVDs, por U$450,00 e somente nos EUA. Os episódios também estão acessíveis on-line, mas somente para EUA e Canadá, e a licença explicitamente proíbe o download dos vídeos. É uma pena que um instituto tão avançado como o Caltech ainda adote uma política tão atrasada para publicação de suas obras, ao contrário do MIT, por exemplo, que está abrindo todo o conteúdo de seus cursos sob licença Creative Commons.

Em 2007, entretanto, os episódios foram colocados no Google Video (em inglês, sem legendas), aparentemente pelos seus produtores, mas sem qualquer referências ao tipo de licença de uso. Suponho que, após 20 anos, a obra tenha caído em domínio público, mas não tenho certeza.

Atualização: Baixe a série completa,
dublada em português (BR), em



Os vídeos originais (em inglês) estão listados abaixo:

01 - Introduction

02 - The Law of Falling Bodies

03 - Derivatives

04 - Inertia

05 - Vectors

06 - Newton's Laws

07 - Integration

08 - The Apple and the Moon

09 - Moving in Circles

10 - Fundamental Forces

11 - Gravity, Electricity, Magnetism

12 - The Millikan Experiment

13 - Conservation of Energy

14 - Potential Energy

Clique nas categorias ao lado
para ver outros Documentários --->

15 - Conservation of Momentum

16 - Harmonic Motion

17 - Resonance

18 - Waves

19 - Angular Momentum

20 - Torques and Gyroscopes

21 - Kepler's Three Laws

22 - The Kepler Problem

23 - Energy and Eccentricity

24 - Navigating in Space

25 - Kepler to Einstein

26 - Harmony of the Spheres

27 - Beyond the Mechanical Universe

28 - Static Electricity

29 - The Electric Field

30 - Potential and Capacitance

31 – Voltage, Energy and Force

32 - The Electric Battery

33 - Electric Circuits

34 - Magnetism

35 - The Magnetic Field

36 - Vector Fields and Hydrodynamics

37 - Electromagnetic Induction

38 - Alternating Current

39 - Maxwell's Equation

40 - Optics and Beyond

41 - The Michelson-Morley Experiment

42 - The Lorentz Transformation

43 - Velocity and Time

44 - Mass, Momentum, Energy

45 - Temperature and Gas Laws

46 - Engine of Nature

47 - Entropy

48 - Low Temperatures

49 - The Atom

50 – Particles and Waves

51 - From Atoms to Quarks

52 - The Quantum Mechanical Universe


segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Fala Sério, Sr. Feynman !

Richard Feynman é quase um personagem folclórico: Físico visionário, participou do desenvolvimento da Bomba Atômica e revolucionou a Ciência moderna, antecipando conceitos como nanotecnologia e computação quântica. Ganhador do Prêmio Nobel em Física pela teoria da Eletrodinâmica Quântica, tornou-se mais famoso por ser um grande contador de anedotas, e por sua maneira fácil e direta de se comunicar - no meio acadêmico, ou em bordéis.

(o divertido Dr Feynman)

Entre 1951 e 1952, Feynman passou alguns meses no Brasil, e deu aulas na Academia Brasileira de Ciências. A seguir, estão algumas opiniões que o próprio Feynman registra sobre a forma como nós, brasileiros, estudamos ciências*.

"Em relação à educação no Brasil, tive uma experiência muito interessante. (...)"

Feynman descreve uma longa sequência de perguntas que fizera aos alunos, envolvendo a polarização da luz quando refletida por uma interface entre dois meios com índices de refração diferentes, mesclando perguntas teóricas (fórmulas) e práticas (observação da luz refletida, na superfície da baía, que podia ser vista pela janela)...
Depois de muita investigação, finalmente descobri que os estudantes tinham decorado tudo, mas não sabiam o que queria dizer. Quando eles ouviram “luz que é refletida de um meio com um índice de refração”, eles não sabiam que isso significava um material como a água. Eles não sabiam que a “direção da luz” é a direção na qual você vê alguma coisa quando está olhando, e assim por diante. Tudo estava totalmente decorado, mas nada havia sido traduzido em palavras que fizessem sentido. Assim, se eu perguntasse: “O que é o Ângulo de Brewster?”, eu estava entrando no computador com a senha correta. Mas se eu digo: “Observe a água”, nada acontece – eles não têm nada sob o comando “Observe a água”.

Depois participei de uma palestra na faculdade de engenharia. A palestra foi assim: “Dois corpos… são considerados equivalentes… se torques iguais… produzirem… acelerações iguais. (...). Os estudantes estavam todos sentados lá fazendo anotações e, quando o professor repetia a frase, checavam para ter certeza de que haviam anotado certo. Então eles anotavam a próxima frase, e a outra, e a outra. Eu era o único que sabia que o professor estava falando sobre objetos com o mesmo momento de inércia e era difícil descobrir isso.

Eu não conseguia entender como eles aprenderiam qualquer coisa daquela maneira. Ele estava falando sobre momentos de inércia, mas não se discutia quão difícil é empurrar uma porta para abrir quando se coloca muito peso longe do eixo, em comparação quando você coloca perto da dobradiça – nada!
Ao final do ano letivo, ele foi convidado para apresentar um seminário, sobre suas experiências com o ensino no Brasil... em sua fala, disparou:

"O principal propósito de minha apresentação é provar aos senhores que não se está ensinando ciência alguma no Brasil." (...)

Então ergui o livro de Física Elementar que eles estavam usando. "Não são mencionados resultados experimentais em lugar algum nesse livro, exceto em um lugar onde há uma bola, descendo um plano inclinado, onde ele diz a distância que a bola percorreu em um segundo, dois segundos, três segundos... Os números têm erros - ou seja, se você olhar, você pensa que está vendo resultados experimentais (...), no entanto, (...) se você realmente fizer esse experimento, produzirá cinco sétimos da resposta correta, por causa da energia extra necessária para a rotação da bola (que o autor do livro desconsidera).

(...) Ao folhear o livro aleatoriamente, posso mostrar que não há ciência, mas sim memorização, em todos os casos. Por exemplo:

"Triboluminescência é a luz emitida quando os cristais são friccionados..."

Digo: e aí? você fez ciência? Não! Apenas foi dito o significado de uma palavra, em termos de outras palavras. Não foi dito nada sobre a natureza - quais os cristais que produzem luz quando friccionados, nem por que eles produzem luz. Alguém viu algum estudante ir para casa e verificar isso experimentalmente?

Por fim, disse que não conseguia entender como alguém podia ser educado neste sistema autopropagante, no qual as pessoas passam nas provas e ensinam os outros a passar nas provas, mas ninguém sabe nada.

Como eu gostaria que essas fossem mais algumas das divertidas anedotas do Dr Feynman... mas infelizmente, ele está falando sério. É exatamente assim que nossas escolas funcionam! - e o pior, sua descrição, feita em 1951, ainda é bastante atual.

(*) Trechos retirados do livro "O Sr está brincando, Sr. Feynman?", de sua própria autoria.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Os melhores cursos OCW

Em complementação ao artigo anterior, "Estude no MIT, sem sair de casa", estou colocando aqui uma seleção dos meus cursos preferidos no OCW. Essa página é dinâmica, e novos cursos serão adicionados à medida que eu os for encontrando.

Os cursos listados aqui estão em inglês, mas eu mesmo pretendo começar a traduzi-los, em breve.

8.01 Physics I: Classical Mechanics (Fall 1999) - Prof. Walter Lewin



Esse maravilhoso curso de física é composto por 35 aulas em vídeo, todas elas com legendas (em ingês), e transcrição completa (em inglês)


8.02 Electricity and Magnetism (Spring 2002) - Prof. Walter Lewin



Esse curso (igualmente maravilhoso) é composto por 36 aulas em vídeo, todas elas com legendas (em ingês), e transcrição completa (em inglês).

A introdução (vídeo acima) não tem legenda, mas eu fiz a transcrição, que pode ser acessada aqui.


8.03 Physics III: Vibrations and Waves (Fall 2004) - Prof. Walter Lewin



Esse curso é composto por 26 aulas em vídeo. Infelizmente, ainda não conta com legendas nem transcrição das aulas, mas esses recursos devem ser adicionados logo.


6.002 Circuits and Electronics (Spring 2007) - Prof. Anant Agarwal



Esse curso é composto por 25 aulas em vídeo, todas elas com transcrição completa (em inglês). Legendas ainda não estão disponíveis.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

8.02 Electricity and Magnetism Introduction, by Walter Lewin (transcription)

Abaixo, está a transcrição da fala introdutória do Prof. Walter Lewin para a disciplina 8.02 - Eletricidade e Magnetismo.

A transcrição de todas as outras aulas deste curso já está no site do MIT/OCW - somente essa estava faltando, então fiz essa transcrição na intenção de ajudar a tornar esse material acessível ao maior número de pessoas. Pretendo fazer a tradução de todo o material, quando tiver tempo.

Se alguém encontrar algum erro, ou quiser juntar-se a mim nesse trabalho, por favor, entre em contato pelo email: fprudente@gmail.com




The following content is provided under a Creative Commons licence. Your support will help MIT OpenCourseWare continue to offer high-quallity educational resources for free.


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Well, 8.02 is, of course, largely about Electricity and Magnetism. And at the hart of Electricity and Magnetism are the four... the famous four equations we call them the Maxwell's Equations.

It's quite a difficult course for students, and I go out of the way to also introduce many phenomenon that they see around them, and make those phenomenon connect with Electricity and Magnetism.

For instance: lightning, I do an electrocardiogram in class, I discuss metal detectors, I discuss musical instruments, magnetic levitation, I talk about northern light, which is very relevant to Electricity and Magnetism, I spend almost the whole lecture on particle accelerators, I tell them why the sunsets are red, and why the skies are blue; I talk about rainbows, about halos, about glories... I talk about color perception, and since I do Doppler effect I also talk about Big-Bang cosmology; and then, during my very last lecture, I introduce them into my research... the research I did during my early days at MIT, when I was making x-rays observations from very high-flying balloons at altitudes of 140 to 150 thousand feet.

So, my goal is, wherever possible, to make them see "through" the equations, to make them see the "beauty" all around them and, by doing that, to make them love physics.

Well, the 8.02 course is the second course in physics, it's mandatory, its what we call a general institute requirement, either you have to take this course, or you have to take one, which is slightly higher level: 8.022.

So, it is the... it is the basis that students get during their first year, 8.01 - Newtonian Mechanics, and then 8.02 - Electricity and Magnetism; and if they go into Physics, of course, they get a lot more, but if they never go into Physics, then this is all they will ever see about physics, which is quite a lot, actually!

We evaluate the students through traditional exams, and, the lectures are given in the main lecture hall of MIT, and then the students meet, in smaller groups, with professors, we call those "recitations", which is largely problem solving.

There are many events on this course, every lecture is an event, and the students will have taken me... well... telling that, indeed, going to my lectures is an event. I'm not a very traditional lecturer, so therefore I really like to think this lecture is an event.

We do have a contest, which is very, very popular: we hand to the students a piece of wood, some copper wire, a few paper clips, and two magnets, and the goal is to make an electric motor; and they get a quote of credit depending upon how fast the motor is going, and this is really... a real happening, it's an incredible event, and some of the motors are extraordinary in their design. If you and I would try to build a motor, we'll be lucky if your motor rotates 400 revolutions per minute, but let me tell you, some students go to the 5000 revolutions per minute mark! it's really quite... quite amazing, and they really spend so much time on that... it's a wonderful event, it's really a happening!

My message to all educators is: what counts is NOT what you cover, but what counts is what you UNCOVER, and this is often forgotten! so, there is a general tendency, not everyone, but a general tendency, to run too much down the throats of the students, and overlook that that's very anti productive, because it goes one ear in, as we say in Holland, and it goes other ear out again. So what you cover is not what matters but what you uncover is what matters. And if you can somehow do it so that there are parts of the course that they will remember for the rest of their lives, that's even more important. If a student has come to my lectures on rainbows, and halos and glories, for the rest of their lives, rainbows will never be the same! and they will always think of me, when they see a rainbow and, in fact, sometimes 20 or 30 years after a lecture, they send me still pictures, and they say "professor Lewin, I saw a rainbow and I thought of you, and here is a picture!", and the interesting thing is they sometimes send me a picture which is not even a rainbow, it is a glory, but it doesn't matter... what it shows is that I have succeeded in making them love Physics, and that's my goal, and that should be the goal of every educator: to make them love Physics.

Source:
Walter Lewin, 8.02 Electricity and Magnetism (Introduction), Spring 2002. (MIT OpenCourseWare: Massachusetts Institute of Technology), available online (Accessed 06/feb/2009). License: Creative commons BY-NC-SA

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